terça-feira, 12 de maio de 2026

 



A fé que alcança a nossa verdade

 

CÍNTHIA CORTEGOSO

cinthiacortegoso@gmail.com

 

A vida sem fé é como um horizonte próximo e finito; como se o céu não existisse e o vazio fosse o preenchimento; como se o nosso coração fosse mais matéria do que essência; como se o futuro se apresentasse junto com o agora. A fé é vida; sentido; certeza, principalmente, da existência de Deus, e mais, que Deus habita em nós. Tudo é mais leve e bem direcionado por meio da fé, pois esta nos afirma que nunca estamos sós, e que o Criador do Universo é também o nosso Criador.

Talvez o nosso assustado e, muitas vezes, descrente pensamento distancie e complique, de certa forma, o sentido da fé; talvez o andamento dos dias e a presença de pessoas da convivência enfatizem essa distância e declarem que a fé é inalcançável, muito menos, praticável, no entanto todas essas inverdades tão declaradas precisam ser combatidas por meio da verdade divina em nós. Não há força maior em saber que Deus habita em nós; que Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, razão de toda a vida e deve ser a intenção definitiva em todas as nossas existências.

Quando se menciona sobre fé, aborda-se o domínio sobre a dúvida e o medo, sobre a insegurança e o desespero, e a certeza de que a criatura é abençoada pelo Criador que, aliás, é sempre amoroso e justo com sua criação. Em nenhum segundo Deus deixa à deriva sua criatura, mas esta muito frequentemente insiste em afastar-se de Deus pelo mau comportamento influenciado pelos delírios materiais e condutas desviadas. Mas em todo tempo o retorno ao bom caminho é possível e muito celebrado pelo amparo espiritual.

Tudo é possível para quem crê, basta a vivência na verdade universal e é nesse ponto que incontáveis criaturas se dispersam e não compreendem, pois a verdade para elas é a do próprio cotidiano limitado e previsível, e o pior, desprovido de mudanças positivas. É necessário o despertamento da sabedoria espiritual latente em nós, e isso se inicia pela harmonização dos pensamentos, e se não estamos felizes com o que somos, cabe somente a nós a readequação dos nossos pensamentos e sentimentos.

Não há como tomar um caminho mais iluminado se não houver o controle de nossa mente, ou seja, autoridade sobre o que pensamos, pois se isso não ocorre, os pensamentos desequilibrados bastante comuns e insistentes em nosso estágio passam a ditar o curso de nossa vida.

Entretanto Deus nos criou com amor e bondade e nos dá, ininterruptamente, a condição de melhoraria em todos os aspectos e ainda uma energia abundante e decisiva, a fé, que cura, ama, constrói, restaura, confia, faz e, principalmente, liberta o espírito para viver o que, de fato, deve: a prosperidade sob a luz divina.

O nosso poder vem de dentro, onde Deus está; em momento algum vem de fatores externos.

 

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segunda-feira, 11 de maio de 2026

 



Um quarto de hora

 

Meimei

(autor espiritual)

 

Quando tiveres um quarto de hora à disposição, reflete nos benefícios que podes espalhar.

Recorda o diálogo afetivo com que refaças o bom-ânimo de algum familiar, dentro da própria casa; das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presença; de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esforço para a limpeza ou o reconforto do próprio lar; da conversação edificante com uma criança desprotegida que te conduzirá para a frente as sugestões de boa vontade; de estender algum adubo a essa ou àquela planta que se te faz útil; e do encontro amistoso, em que a tua opinião generosa consiga favorecer a solução do problema de alguém.

Quinze minutos sem compromisso são quinze opções na construção do bem.

Não nos esqueçamos de que a floresta se levantou de sementes quase invisíveis, de que o rio se forma das fontes pequeninas e de que a luz do Céu, em nós mesmos, começa de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do coração.

 

Do livro Caridade, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

 

 


 

 

 

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domingo, 10 de maio de 2026

 



Considerações sobre os pedidos que dirigimos  aos benfeitores espirituais

 

ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO

aoofilho@gmail.com

 

Há espíritas que discordam  da importância de termos um caderno de vibrações dentro da Casa Espírita, no qual as pessoas, quando desejam, anotam os nomes e os endereços de familiares ou amigos necessitados de ajuda espiritual.

É assim que muitos espíritas ou simpatizantes do Espiritismo costumam formular seus pedidos de intercessão espiritual em benefício dos que sofrem.

Trata-se, como sabemos, de uma prática adotada por muitos Centros Espíritas, como, por exemplo, ocorre em Londrina. No Centro Espírita Nosso Lar, a casa espírita mais antiga da cidade, existe, logo à entrada do auditório, um espaço e um livro destinado a essas anotações.

Anos atrás, algumas pessoas, então investidas na direção da Casa, quiseram eliminar essa prática, o que, felizmente, não aconteceu, porque esse serviço tem, como sabemos, grande importância na definição do trabalho socorrista que os benfeitores espirituais realizam no período da noite, do qual muitos trabalhadores encarnados participam durante o período do sono. São muitos e expressivos os relatos mediúnicos que comprovam a realização dessa atividade.

A origem da prática ignoramos, mas é provável que tenha resultado de uma intuição registrada pelos pioneiros do movimento espírita, visto que, como sabemos, alguns dos critérios utilizados pelos benfeitores espirituais no socorro aos encarnados são, exatamente, o pedido de ajuda, a solicitação nominal, a prece intercessória.

Como os necessitados se contam aos milhares, os benfeitores se valem desse meio, uma vez que sabem eles perfeitamente que a vontade de melhorar, de mudar, de dar novo rumo à própria vida constitui um elemento importante nas chamadas curas espirituais, em que o melhor médico será sempre o próprio enfermo.

Atender os que pedem socorro é, pois, algo absolutamente normal e que se encaixa com perfeição em um conhecido ensinamento dado por Jesus: “Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e a porta vos será aberta” (Mateus, 7:7).

É devido a isso que se torna fácil compreender a importância dos aludidos cadernos, nos quais é bom lembrar que os dados da pessoa a ser assistida devem estar completos (nome da pessoa, rua, número da casa ou do apto.), uma vez que os benfeitores espirituais, quando visitam alguém que não conhecem, fazem como nós fazemos: levam o endereço à mão, pois não são adivinhos nem milagreiros.

 

Nota do Autor:

Para ler o artigo do último domingo, clique em: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/05/a-emancipacao-da-alma-quando-o-corpo.html

 

 

 

 

 

 

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sábado, 9 de maio de 2026

 




Como transformar o “homem velho” e o bracelete da prepotência

 

Este texto tem por fonte o artigo “O Vale dos Prepotentes”, escrito por Saara Nousiainen, que faz parte da edição 973 da revista O Consolador.

O artigo narra a jornada de Romano, um homem que decide enfrentar sua prepotência após ter um vívido pesadelo com uma região sombria chamada Vale dos Prepotentes.

Para transformar-se moralmente e, assim, evitar semelhante destinação espiritual, Romano adotou o uso de um bracelete físico como um lembrete constante para monitorar suas atitudes e impulsos de superioridade.

Feito isso, o primeiro teste verificou-se em um incidente cotidiano em um ônibus, ocasião em que o protagonista percebeu como seus julgamentos precipitados feriam as pessoas e a si mesmo.

O artigo nos mostra que a reforma íntima exige vigilância contínua e a criação de um censor interno para frear comportamentos negativos antes que se concretizem. Por fim, a narrativa ilustra a importância da humildade e da gentileza como caminhos essenciais para o crescimento espiritual e a evolução do caráter.

Para acessar o artigo de Saara Nousiainen a que nos referimos basta clicar aqui: https://www.oconsolador.com.br/ano20/973/ca7.html

O VÍDEO que apresentamos logo na abertura deste texto apresenta em poucos minutos, de forma resumida, o que a fonte nos oferece. Ele e o PODCAST pertinente ao tema foram produzidos com ajuda da I.A.

 

 

 



 

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sexta-feira, 8 de maio de 2026

 



Existem em nosso idioma palavras que mudam de sentido ao receber o acréscimo de um singelo “s”.

Assim é que as palavras costa e costas têm significados diferentes.

Costa significa: litoral; porção de mar próxima da terra; encosta, declive.

Costas, além de ser o plural de costa, significa: a parte posterior do tronco humano; dorso, lombo, costado; a parte posterior de vários objetos; encosto; o lado oposto; reverso; em um livro, o lado correspondente ao fim do texto.

Desse modo, diremos:

- Ele percorreu de barco toda a costa.

- Meu filho caiu e machucou as costas.

- A costa da África é cheia de acidentes.

- As costas da mulher ficaram bastante feridas.

A palavra costas está presente também em diversas expressões conhecidas:

Carregar nas costas: numa tarefa que exija esforço de um grupo, fazer praticamente sozinho o trabalho de (todos); carregar.

Desejar ver pelas costas: desejar a ausência, o desaparecimento de (alguém).

Mostrar as costas: fugir.

Ter as costas largas: estar sob a proteção de alguém; ter as costas quentes, ter costas quentes, ter santo forte; ser capaz de arrostar responsabilidades, encargos, culpas, etc. 

Ter as costas quentes: estar sob a proteção de alguém.

 

*

 

Croqui [do fr. croquis], que significa esboço, em breves traços, de desenho ou de pintura, escreve-se assim mesmo, sem “s” no final. Diremos croquis quando quisermos nos referir a diversos esboços.

O mesmo ocorre com a palavra chassi [do fr. châssis], que também não se escreve com “s” no final. No plural, diremos chassis.

 

Observação:

Para acessar o estudo publicado na sexta-feira anterior, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/05/antes-de-entrar-em-vigor-o-novo-acordo.html

 

 

 

 

 

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