terça-feira, 10 de março de 2026

 



Completamente responsáveis por nossas vidas

 

CÍNTHIA CORTEGOSO

cinthiacortegoso@gmail.com

 

Quanto mais vivemos, mais aprendemos que a responsabilidade de nossa vida é inteiramente nossa. O céu que criamos ou o inferno escaldante são o caminho que desbravamos com cada atitude, palavra e comportamento. E tanto as ações do passado quanto as do presente, se bondosas forem, darão flores belas e perfumadas; ou se desequilibradas e com certa maldade, de fato, um campo estéril e sem vida com mais amargura e ervas daninhas estará à frente.

Talvez alguns singelos e positivos passos possam começar a nos orientar para a plantação de um campo realmente florido, onde o azul no céu resplandecerá o horizonte dourado na vida. Uma observação necessária é a de não se fazer de vítima, já que a mendicância vaidosa por atenção nunca cativou ninguém, ao contrário, normalmente repele, tornando uma companhia inconveniente e non grata. O vitimismo possui energia estagnada e densa.

Também outra medida que naturalmente deveria ser evitada é a prepotência de sentir-se superior, visto que a humildade, onde quer que se apresente, é luz e bálsamo para quem a recebe e quem a emana. Como é admirável estar com alguém humilde, que reconhece as próprias limitações, erros e fraquezas, mantendo visão modesta de si mesmo, sem arrogância ou pretensão. Se ainda não se pode ser por completo, mas que exista já o impulso para querer viver com mais humildade.

Em meio a tantos felizes comportamentos, outro que se destaca muito é a vivência com respeito por si e pelos outros. Quando se respeita a vida, primeiramente se demonstra o nobre reconhecimento a Deus pela criação. O respeito é um valor fundamental de convivência, de empatia, de limites e regras, de autoestima e, consequentemente, de progresso moral. Ser respeitoso é padrão congruente com a luz.

Há muito a se depurar, no entanto quando se quer melhorar, avançar no terreno das existências, toda pequena mudança favorável já colaborará para o crescimento. Quando surge o interesse de viver com mais responsabilidade, percebe-se um indivíduo mais coerente social, pessoal e espiritualmente. O amor de Deus por seus filhos é tão unânime e igualitário que todos possuem as mesmas condições a partir da criação; o que determina a trajetória é a escolha que fazemos. Não dependemos de nenhum outro ser para progredirmos, simplesmente de nós, de nossas escolhas, impulsos e determinação.

Não há segredo quanto à imprescindibilidade da paz de espírito, visto que todo bom caminho será harmonioso, prudente e mais seguro, enquanto caminhos mais descomprometidos com o propósito da criação simplesmente serão mais tortuosos, infelizes e desgastantes. E a responsabilidade durante a caminhada é completamente nossa.

Se estamos aqui e agora com este magnífico presente que é mais uma existência, ao menos que façamos escolhas mais condizentes com a grandeza dessa permissão de Deus.

 

Visite o blog Conto, crônica, poesia… minha literatura: http://contoecronica.wordpress.com/

 

 

 


 

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segunda-feira, 9 de março de 2026

 



Amparo à criança

 

Batuíra (Espírito)

 

Se nos propomos a edificar o futuro com o Cristo de Deus é necessário auxiliar a criança.

Se desejamos solucionar os problemas do mundo, de maneira definitiva, é indispensável ajudar a criança.

Se buscamos sustentar a dignidade humana, abolindo a perturbação e imunizando o povo contra as calamidades da delinquência, é preciso proteger a criança.

Se anelamos a construção da Era Nova, na qual as criaturas entrelacem as mãos na verdadeira fraternidade, em bases de serviço e sublimação espiritual, é imprescindível socorrer a criança.

Entretanto convenhamos que os grandes malfeitores da Terra, os fazedores de guerras e os verdugos das nações, via de regra foram crianças primorosamente resguardadas contra quaisquer provações na infância.

E ainda hoje os jovens transviados habitualmente procedem de climas domésticos em que a abastança material não lhes proporcionou ensejo a qualquer disciplina, pelo conforto excessivo.

Urge, pois, não só amparar a criança, mas educar a criança e induzi-la ao esforço de construção do Mundo Melhor.

 

Do livro Mais luz, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

 

 


 

 

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domingo, 8 de março de 2026

 



Há alguma explicação para tanta corrupção no mundo?

 

ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO

aoofilho@gmail.com

 

Uma leitora e também participante ativa dos trabalhos realizados na Casa Espírita, depois de assistir, no YouTube, a uma palestra do professor e historiador Leandro Karnal, da Universidade Estadual de Campinas, fez-nos um interessante questionamento pertinente à conduta humana.

Segundo sua percepção, tem havido nos últimos anos uma certa indisciplina em regras e valores por parte dos próprios espíritas. Daí a pergunta que nos propôs:

 

- Será que o espírita não sente temor algum das consequências advindas dos seus atos, em conformidade com a Lei de causa e efeito ensinada pelo Espiritismo?

 

A pergunta formulada é acompanhada de uma sugestão, a saber, que seja incluída nos eventos espíritas do tipo semana espírita a discussão do tema “A Conduta Ética no Meio Espírita”.

Na palestra por ela mencionada o professor Karnal analisou diversos assuntos, como por exemplo a questão da corrupção no Brasil, tema que tem estado em moda em nosso país há muito tempo.

Ocorre que, segundo o citado palestrante, é uma ilusão imaginar que a corrupção em nossa pátria se circunscreve aos políticos, aos partidos ou aos governantes, visto que ela está presente no dia a dia dos brasileiros, como nas vendas sem nota fiscal, no atestado médico falso, no suborno do guarda de trânsito, no recibo cujo valor é majorado, no colega que assina a lista de presença no lugar do amigo, no estacionamento em lugar proibido, na omissão de rendimentos na declaração do imposto de renda... e por aí vai.

Nas situações mencionadas, nem mesmo os que se dizem espíritas agiriam – afirma a leitora – de forma diferente. E é por isso que ela nos propôs a pergunta a que nos referimos.

Não devemos jamais generalizar, mas é evidente que, senão todos, muitos espíritas certamente agem assim, ignorando que tais atitudes compõem também a tão lamentada estrutura de corrupção que se registra no Brasil e, como se sabe, não apenas nas terras descobertas por Pedro Álvares Cabral, mas no mundo todo.

O assunto provocado pela leitora evoca uma questão importante pertinente ao grau evolutivo dos habitantes da Terra.

Em 1948, ano em que escreveu o livro Voltei, obra psicografada por Chico Xavier, disse Frederico Figner (verdadeiro nome de Irmão Jacob, autor do livro) que, segundo informações de autoridades espirituais, dos dois bilhões de encarnados que viviam então no planeta mais da metade era constituída por Espíritos semicivilizados ou bárbaros e que as pessoas aptas à espiritualidade superior não passavam de 30% da população global, distribuídas pelos diferentes continentes.

Vinte e dois anos depois, no livro Vida e Sexo, obra escrita em 1970, Emmanuel declarou que havia no planeta um grupo numeroso de homens e mulheres psiquicamente não muito distantes da selva, remanescentes próximos da convivência com os brutos, fato que, à vista das obras citadas, confirma que nosso orbe é um mundo ainda muito atrasado e distante da perfeição, o que explica o quadro de degradação ética e moral referida pela leitora, do qual a corrupção é apenas um dos seus aspectos.

Quanto à questão proposta pela leitora, parece-nos claro que nem todas as pessoas – espíritas ou não – sentem temor das consequências advindas dos seus atos, porque, se as temessem, certamente agiriam de modo diferente.

 

Nota do Autor:

Para ler nossa última publicação, clique em: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/03/os-espiritos-sao-os-seres-inteligentes.html

 

 

 

 

 

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sábado, 7 de março de 2026

 



Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita

 

ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO

aoofilho@gmail.com

 

Depois de focalizarmos aqui o livreto O Espiritismo em sua mais simples expressão, de Allan Kardec, cujo objetivo, segundo seu autor, foi oferecer aos neófitos uma mostra resumida dos fundamentos da Doutrina Espírita, veremos hoje o texto intitulado Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita, de Allan Kardec, com que ele dá início à primeira e principal obra do Espiritismo, O Livro dos Espíritos.

Nele, o Codificador do Espiritismo estabelece as bases terminológicas e conceituais da Doutrina Espírita e justifica a criação de novos termos, como espiritismo e espírita, para distinguir o estudo das relações com o mundo invisível do espiritualismo genérico.

A obra detalha a transição das observações físicas, como as mesas girantes, para a compreensão de manifestações inteligentes transmitidas por meio de médiuns e apresenta um resumo doutrinário sobre a imortalidade da alma, a reencarnação e a progressão moral dos espíritos.

Além disso, o texto rebate críticas científicas e céticas, defendendo que o fenômeno exige uma observação metódica e séria para ser devidamente compreendido.

Com base no texto escrito por Allan Kardec, produzimos com ajuda da I.A. o trabalho abaixo descrito. Para acessá-lo, clique inicialmente neste link: https://notebooklm.google.com/notebook/b34a08ee-c2ba-473a-9828-a5f54f07fc47

Na sequência, aparecerá na tela do smartphone ou de seu computador pessoal uma página com uma breve apresentação sobre o assunto e, do lado direito, a coluna Estúdio,  em que  o interessado poderá acessar, na parte inferior da coluna, 3 resumos bem interessantes pertinentes ao tema:

- um VÍDEO de curta duração (7 minutos)

- um ÁUDIO em formato de podcast (26 minutos) e

- uma APRESENTAÇÃO em slides, ótima para uso em palestras e grupos de estudos.

 

Observação: Para acessar o texto publicado no sábado anterior, clique neste link: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/02/o-espiritismo-em-sua-mais-simples.html

 

 

 


 

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sexta-feira, 6 de março de 2026

 



É muito comum a pronúncia rúbrica, que constitui um erro, em vez de rubrica, que é a correta, por se tratar de palavra paroxítona cujo acento tônico é, portanto, na sílaba “bri”.

Equívocos assim são uma ofensa às normas da prosódia, que é a parte da gramática que cuida da correta acentuação tônica das palavras e, de forma mais ampla, refere-se ao "ritmo" ou "melodia" da fala, incluindo entonação, ênfase e duração.

Segundo os gramáticos e os especialistas do idioma português, são palavras oxítonas, com acento, pois, na última sílaba:

Condor

Cateter

Mister

Nobel

Novel

Piloti

Ruim

Recém.

São paroxítonas, com acento, pois, na penúltima sílaba, as seguintes palavras:

Avaro

Aziago

Batavo

Barbaria

Ciclope

Circuito

Cupido

Decano

Gratuito

Fortuito

Maquinaria

Psique

Rubrica

Oximoro.

 

Observação:

Para acessar o estudo publicado na sexta-feira anterior, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/02/veja-estas-construcoes-e-diga-qual-e.html

 

 

 

 

 

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