terça-feira, 28 de julho de 2026



O único caminho; a verdadeira vida

 

CÍNTHIA CORTEGOSO

cinthiacortegoso@gmail.com

 

Uma vida melhor nascerá quando a gratidão, o amor, a bondade, a paciência, a fé, o reconhecimento da grandeza divina, a consciência da responsabilidade pessoal e coletiva começarem a ter um pouco mais de assiduidade em nossa existência. De fato, quem pouco se importou com tudo isso até agora, não adquirirá de uma hora para outra esse comportamento verdadeiro e único que encaminha à luz e ao crescimento espiritual, no entanto a observação e a esperada motivação e mudança já são um início muito decisivo.

Quando ainda se está bastante acostumado e acomodado com uma forma de vivência com todos os vícios muito enraizados , e a vontade de renovação deixa a desejar, a mudança não se torna tão atrativa, porém é mais do que comprovado que somente a vivência no bem é que trará sentido ao espírito. Não existe outro caminho verdadeiro, e os infinitos caminhos criados pela imperfeição insistem, pois o egoísmo, a maldade e o orgulho ressoam fortemente na vibração materialista.

Então, como a verdade é única, protelar em querer vivê-la nunca foi e muito menos será plantio de boa colheita, e saber que Deus nos apresenta inumeráveis formas de aprimoramento. À medida que diminuímos todos os nossos vícios pois somos insistentes veteranos na estrada da infelicidade , naturalmente um horizonte mais harmonioso começa a se apresentar à nossa frente, visto que investidas de colegas ainda viciosos (tanto daqui quanto de lá) serão presentes e persistentes, mas a luz do verdadeiro caminho sempre tende a nos conquistar e a prevalecer.

Se a felicidade é o objetivo, não existe mistério para alcançá-la, simplesmente a decisão para (re)tomar a estrada iluminada por Deus. 

Quando se reconhece que viver apenas materialmente é esgotamento, farta limitação, dor, infelicidade, depressão, fadiga, desespero, confusão isso é apenas uma breve enumeração , e que viver espiritualmente é luz, paz, amor, bondade, bem-estar, proteção isso é apenas uma breve enumeração do verdadeiro júbilo , sinceramente não há comparação. Também não deve haver a ilusão de que esta escolha seja fácil, haverá também os comuns desafios, mas é a única escolha real.

E entre continuar a sofrer ou encontrar um campo de flores com céu azul e infinito, incomparavelmente mais sábio buscar quanto antes este caminho para o encontro com o nosso Criador, razão maior de nossas existências. Embora estejamos ainda no campo terreno, somos eternamente espíritos abençoados, pois foi por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo que Deus nos falou: Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.

Tudo o que vem de Deus é verdadeiro, amoroso, bondoso e imutável. E o olhar divino sorri quando buscamos o Seu caminho.

 

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segunda-feira, 27 de julho de 2026

 



Dinheiro e amor

 

Meimei
(autora espiritual)

 

Diante do bem, não pronuncies a palavra “impossível”.

Certamente, sofres a dificuldade dos que herdaram a luta por preço das menores aquisições. 

Ainda assim, lembra-te de que a virtude não reside no cofre.

Onde encontrarias ouro puro a fazer-se pão na caçarola dos infelizes?

Em que lugar surpreenderias frágil cobertor tecido de apólices para agasalhar a criança largada ao colo da noite?

Entretanto, se o amor te faz lume no pensamento, arrebatarás à imundície a derradeira sobra da mesa, convertendo-a no caldo reconfortante para o enfermo esquecido, e farás do pano pobre o abrigo providencial em favor de quem passa, relegado à intempérie.

Uma garganta de pérolas não emite pequenina frase consoladora e um crânio esculpido de pedras raras não deixa passar leve fio de ideação.

Todavia, se o amor te palpita na alma, podes falar a palavra renovadora que exclui o poder das trevas e inspirar o trabalho que expresse o apoio e a esperança de muita gente.

Respeita a moeda capaz de fazer o caminho das boas obras, mas não esperes pelo dinheiro a fim de ajudar.

Hoje mesmo, em casa, alguém te pede entendimento e carinho e, além do reduto doméstico, legiões de pessoas aguardam-te os gestos de fraternidade e compreensão.

Recorda que a fonte da caridade tem nascedouro em ti mesmo e não descreias da possibilidade de auxiliar.

Para transmitir-nos semelhante verdade, Jesus, a sós, sem finança terrestre, usou as margens de um lago simples, ofertou simpatia aos que lhe buscavam a convivência, confortou os enfermos da estrada, falou do Reino de Deus a alguns pescadores de vida singela e transformou o mundo inteiro, revelando-nos, assim, que a caridade tem o tamanho do coração.

 

Do livro O Espírito da Verdade, obra psicografada pelos médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.

 

 



 

 

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domingo, 26 de julho de 2026

 



Como surgiu a expressão “passe magnético”?

 

ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO

aoofilho@gmail.com

 

Esta expressão não é uma criação espírita. O movimento espírita a importou dos estudos e das experiências de Franz Anton Mesmer (1733-1815), médico austríaco, que entendia que todo ser vivo é dotado de um fluido magnético capaz de ser transmitido a outra pessoa, estabelecendo-se, em face disso, influências psicossomáticas recíprocas, inclusive com fins terapêuticos.

Quanto ao vocábulo “passes”, eis seu significado, de acordo com o nosso principal léxico: ato de passar as mãos repetidamente ante os olhos de uma pessoa para magnetizá-la, ou sobre parte doente de uma pessoa para curá-la.

Dos estudos de Mesmer surgiu a expressão “magnetismo animal”.

Allan Kardec, mesmo antes de conhecer o Espiritismo, foi adepto das ideias de Mesmer e profundo conhecedor do Magnetismo, como ele próprio informou em uma de suas obras.

Segundo Kardec, a expressão “magnetismo animal” (do grego e do latim magnes – ímã) surgiu por analogia com magnetismo mineral, embora tal analogia seja apenas aparente. 

Alguns estudiosos a substituíram pelo vocábulo mesmerismo, mas a ideia não prevaleceu.

Em seu livro Instruções Práticas sobre as Manifestações Espíritas, publicado no ano de 1858, o codificador do Espiritismo assim definiu magnetismo animal: “Ação recíproca de dois seres vivos por intermédio de um agente especial chamado fluido magnético”.

Por essa mesma época, Kardec formulou aos Espíritos uma questão específica a respeito desse agente especial chamado fluido magnético.

Ei-la:

- De que natureza é o agente que se chama fluido magnético? “Fluido vital, eletricidade animalizada, que são modificações do fluido universal.” (O Livro dos Espíritos, questão 427.)

O tempo passou e, exatamente 100 anos depois, ou seja, em 1958, André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, confirmou a informação dada por Kardec e, como sabemos, ampliou-a, esclarecendo que o fluido magnético, transmitido por uma pessoa a outra, atua sobre as células do corpo do paciente, particularmente as sanguíneas e as histiocitárias, determinando-lhes o nível satisfatório, a migração ou a extrema mobilidade, a fabricação de anticorpos ou, ainda, a improvisação de outros recursos combativos e imunológicos, na defesa contra as invasões bacterianas e na redução ou extinção dos processos patogênicos. (Evolução em Dois Mundos, 2ª Parte, cap. XV, pp. 201 a 203.)

Em face disso, não é difícil compreender a ação do chamado passe magnético e entender por que ele, quando benéfico, nos faz tão bem.

Que o leitor não estranhe quando dizemos “benéfico”, porquanto o passe pode ser nulo e até maléfico.

Este último pode ocorrer quando o aplicador do passe se encontra com estado de saúde precário, com o organismo intoxicado por excesso de alimentação ou vícios (como fumo, álcool, drogas), ou quando esteja em estado de desequilíbrio espiritual (revolta, raiva, orgulho etc.) e, nesses casos, o paciente esteja com suas defesas nulas.

 

Nota do Autor:

Para ler o artigo do último domingo, clique em: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/07/as-ideias-espiritas-tiveram-importantes.html

 

 

 


 

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sábado, 25 de julho de 2026

 



CÓDIGO PENAL DA VIDA FUTURA SEGUNDO O ESPIRITISMO


Este texto integra o capítulo VII da 1ª Parte do livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, que o leitor pode acessar clicando em https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Ci/CiP1C07.htm#Ci

Nele, o autor apresenta os princípios do Espiritismo sobre a justiça divina, detalhando como o ser humano enfrenta as consequências de seus atos após a morte. O autor esclarece que o sofrimento espiritual não é um castigo arbitrário, mas um resultado direto das imperfeições morais que o indivíduo não corrigiu durante a vida terrena.

Para alcançar a felicidade plena, o Espírito deve passar por um processo de arrependimento, expiação e reparação de suas faltas, transformando tendências negativas em virtudes. O futuro da alma é, assim, determinado pela lei de causa e efeito, garantindo que cada um receba exatamente conforme suas obras e sua dedicação ao bem.

O VÍDEO exibido no preâmbulo deste texto apresenta em poucos minutos um resumo do que a fonte nos apresenta. O vídeo e o PODCAST pertinentes ao assunto foram produzidos com ajuda da IA.

 

 

 

 

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