terça-feira, 8 de setembro de 2026

 



Os perfeitos ciclos da vida

 

CÍNTHIA CORTEGOSO

cinthiacortegoso@gmail.com

 

A vida acontece em ciclos, e não em linhas retas a perder de vista. A cura também acontece em ciclos. Tudo, de alguma forma, está interligado. Há muita impaciência e ignorância (esta utilizada realmente como falta de conhecimento) quanto ao sábio andamento e normalmente nos queixamos de que a realização do “nosso desejo” está muito demorada. Pois bem, o nosso esquecimento de que se tudo está interligado, quantas ações e pessoas igualmente estão envolvidas para que algo nos chegue ao tempo preciso. E as ações seguem após passarem por nós. E os ciclos são infinitos.

Sem dúvida de que a nossa ansiedade e impaciência nos colocam em situações bastante delicadas nos forçando a esperar outras oportunidades de crescimento e reajuste, porque não fomos pacientes nem perspicazes como se deveria. No entanto a Bondade Divina é amorosa e paciente demais e, graças a Deus, estamos fadados ao progresso.

Ainda há uma observação imprescindível de que a percepção do que necessitamos deve ser despertada em nós. Somos um universo em comunhão com o Universo maior. Talvez uma das essenciais grandes lições a aprendermos (lembrarmos) definitivamente é que somos seres eternos e a eternidade é o nosso tempo real. E a primeira importante lição é que a Perfeição Divina é indiscutível, onipotente e onipresente, tudo sabe antes mesmo dos acontecimentos. Então, não há o que questionar, basta o nosso desejo de melhoria e compreensão.

Se a nossa atenção ficar no tempo presente, é certo de que poderemos sentir muito mais o valor da vida em todos os seus aspectos; e se a nossa confiança e fé forem fortalecidas e vivenciadas, logo estaremos apreciando a existência como realmente deve ser. Não somos seres abandonados no Universo, somos seres muito amados e observados com muito cuidado, porém o nosso crescimento deve ser conquistado por nós. Amparo e proteção há sempre, mas devemos também querer viver de acordo com os ensinamentos do Mestre Jesus.

E quando pensarmos em questionar algo, melhor observarmos antes como está a nossa conduta e comportamento, sem esquecer que somos provenientes de incontáveis existências com mais débitos do que conquistas, e tudo está conectado conforme a sua energia. E como não somos exclusivos nem mais importantes do que ninguém, recebemos em nossa vida o que realmente lançamos ao Universo no tempo perfeito para o nosso desenvolvimento. (Um adendo: a Bondade Divina sempre nos ama mais do que o nosso pequenino esforço e demonstração.)

Portanto, tudo está ideal segundo a atitude, pensamento e sentimento coletivos e pessoais. Ninguém vive o que não necessita e tudo ocorre no tempo perfeito. À medida que vivemos de maneira mais coerente e feliz, mais luz bendita começamos a visualizar. E a compreensão de que podemos ser o nosso grande empecilho e atraso ou a nossa linda e brilhante estrela estará mais viva nos nossos dias. 

 

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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

 



7 de Setembro

 

Desde cedo aprendemos na escola que foi num dia como hoje, 7 de Setembro, que o Brasil se tornou independente de Portugal.

Teriam os benfeitores espirituais participado, numa ação invisível aos nossos olhos, dos eventos que levaram à independência do nosso país?

A ação dos Espíritos sobre os acontecimentos humanos é, conforme nos ensina o Espiritismo, muito maior do que imaginamos. Ela está presente nos momentos de dificuldade que enfrentamos, como nas doenças e nas horas que precedem a desencarnação, bem como nos momentos de alegria, como ocorre no casamento de um familiar querido ou na chegada ao mundo de uma nova criança.

Se tal fato se dá nas ocasiões mencionadas, ocorreria algo semelhante nos momentos cruciais da vida de um país?

Não é preciso conhecer a doutrina espírita para imaginar que essa possibilidade existe e, com certeza, deve exercer um papel importante para que o êxito esperado seja logrado.

Diz a história que no dia 9 de janeiro de 1822 registrou-se aquele que seria conhecido como “Dia do Fico”, quando D. Pedro I, então príncipe regente do Brasil, não acatou ordens das Cortes Portuguesas para que deixasse imediatamente o Brasil e retornasse a Portugal. 

As Cortes de Portugal estavam preocupadas com os movimentos que ocorriam no Brasil em direção à emancipação política, e viam no retorno de D. Pedro uma maneira de recolonizar o Brasil e enfraquecer, desse modo, as ideias de independência.

Os políticos brasileiros se movimentaram e conseguiram recolher cerca de 8 mil assinaturas solicitando a D. Pedro sua permanência no Brasil. Diante desse fato, D. Pedro declarou: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico". A decisão foi fundamental para o fortalecimento da posição brasileira de buscar a independência e assim libertar-se de vez da influência portuguesa.

Humberto de Campos, no livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, obra mediúnica psicografada por Chico Xavier e publicada pela primeira vez em 1938, reporta-se, no capítulo intitulado “A Independência”, aos ascendentes espirituais pertinentes aos fatos que ocorreram no Brasil desde o “Dia do Fico” até o dia 7 de Setembro.

Muitas lutas, como sabemos, se travaram naquela ocasião, mas Ismael, o protetor espiritual do Brasil, e seus mensageiros multiplicaram-se em todos os setores com o objetivo de conciliar seus irmãos encarnados, dentro da harmonia e da paz, com a finalidade de preservar a unidade territorial do Brasil, evitando que ela se fragmentasse.

José Bonifácio, então ministro do reino do Brasil e dos Negócios Estrangeiros, aconselhou a D. Pedro uma viagem a Minas Gerais, a fim de unificar o sentimento geral em favor da independência e serenar a luta acerba dos partidarismos. Em seguida, outra viagem, com os mesmos objetivos, realizou o príncipe regente a São Paulo.

Eis o que, conforme a narração feita por Humberto de Campos, ocorreu na viagem de D. Pedro a São Paulo:

 

Os bandeirantes, que no Brasil sempre caminharam na vanguarda da emancipação e da autonomia, recebem-no, com o entusiasmo da sua paixão libertária e com a alegria da sua generosa hospitalidade e, enquanto há música e flores nos teatros e nas ruas paulistas, comemorando o acontecimento, as falanges invisíveis se reúnem no Colégio de Piratininga. O conclave espiritual se realiza sob a direção de Ismael, que deixa irradiar a luz misericordiosa do seu coração. Ali se encontram heróis das lutas maranhenses e pernambucanas, mineiros e paulistas, ouvindo-lhe a palavra cheia de ponderação e de ensinamentos. Terminando a sua alocução pontilhada de grande sabedoria, o mensageiro de Jesus sentenciou:

— A independência do Brasil, meus irmãos, já se encontra definitivamente proclamada. Desde 1808, ninguém lhe podia negar ou retirar essa liberdade. A emancipação da Pátria do Evangelho consolidou-se, porém, com os fatos verificados nestes últimos dias e, para não quebrarmos a força dos costumes terrenos, escolheremos agora uma data que assinale aos pósteros essa liberdade indestrutível.

Dirigindo-se ao Tiradentes, que se encontrava presente, rematou:

— O nosso irmão, martirizado há alguns anos pela grande causa, acompanhará D. Pedro em seu regresso ao Rio e, ainda na terra generosa de São Paulo, auxiliará o seu coração no grito supremo da liberdade. Uniremos assim, mais uma vez, as duas grandes oficinas do progresso da pátria, para que sejam as registradoras do inesquecível acontecimento nos fastos da história. O grito da emancipação partiu das montanhas e deverá encontrar aqui o seu eco realizador. Agora, todos nós que aqui nos reunimos, no sagrado Colégio de Piratininga, elevemos a Deus o nosso coração em prece, pelo bem do Brasil.

Dali, do âmbito silencioso daquelas paredes respeitáveis, saiu uma vibração nova de fraternidade e de amor.

Tiradentes acompanhou o príncipe nos seus dias faustosos, de volta ao Rio de Janeiro. Um correio providencial leva ao conhecimento de D. Pedro as novas imposições das Cortes de Lisboa e ali mesmo, nas margens do Ipiranga, quando ninguém contava com essa última declaração sua, ele deixa escapar o grito de "Independência ou Morte!", sem suspeitar de que era dócil instrumento de um emissário invisível, que velava pela grandeza da pátria. (Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho – A Independência.)

 

Concluindo seu relato, Humberto de Campos acrescentou:

 

Eis por que o 7 de Setembro, com escassos comentários da história oficial que considerava a independência já realizada nas proclamações de 1° de agosto de 1822, passou à memória da nacionalidade inteira como o Dia da Pátria e data inolvidável da sua liberdade. Esse fato, despercebido da maioria dos estudiosos, representa a adesão intuitiva do povo aos elevados desígnios do mundo espiritual. (Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho – A Independência.)

 

 

O texto acima foi publicado em 7 de setembro de 2014 como Editorial da edição 379 da revista O Consolador.

 

 





 

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domingo, 6 de setembro de 2026

 



Quem foi Daniel Dunglas Home?


ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO

aoofilho@gmail.com

 

A pedido de uma leitora, lembramos neste texto alguns aspectos da vida e das faculdades mediúnicas de Daniel Dunglas Home, considerado, com inteira razão, um dos maiores médiuns de efeitos físicos da história do Espiritismo.

Nascido em Currie, perto de Edimburgo, na Escócia, em 15 de março de 1833, Home desencarnou em junho de 1886, aos 53 anos.

Allan Kardec dedicou-lhe dois longos artigos na Revue Spirite. No primeiro, publicado em fevereiro de 1858, quando Home tinha apenas 24 anos, o Codificador destacou sua origem familiar, seu caráter afável e benevolente e, sobretudo, a extraordinária natureza de suas faculdades.

Segundo Kardec, Home era médium de manifestações ostensivas, embora também pudesse receber comunicações inteligentes. Sob sua influência, ouviam-se ruídos, objetos se movimentavam e se elevavam, instrumentos musicais produziam sons e, em determinadas ocasiões, Espíritos se tornavam visíveis, falavam, escreviam e chegavam a abraçar os presentes. Kardec registrou ainda que Home fora visto, diante de testemunhas, elevar-se sem apoio a vários metros de altura.

O Codificador ressaltou, porém, que tais fenômenos não significavam que Home estivesse ligado apenas a Espíritos inferiores. Ao contrário, suas qualidades morais o tornavam simpático aos Espíritos Superiores, que dele se serviam como instrumento para despertar a atenção das pessoas para a realidade do mundo espiritual. Kardec considerava sua mediunidade uma missão, acompanhada de tribulações e perigos, que ele cumpria com resignação e perseverança, sob a proteção espiritual de sua mãe.

A faculdade mediúnica de Home, ainda segundo Kardec, era inata e se manifestara desde a infância. Aos seis meses, seu berço se movimentava sozinho; mais tarde, seus brinquedos, mesmo fora de seu alcance, aproximavam-se dele. 

Aos três anos teve as primeiras visões. Aos nove, sua família transferiu-se para os Estados Unidos, onde os fenômenos prosseguiram e se intensificaram. 

Sua reputação como médium firmou-se por volta de 1850, quando as manifestações espíritas começavam a ganhar notoriedade naquele país.

Em 1854, Home foi para a Itália em busca de tratamento para a saúde. Em Florença e Roma, suas faculdades causaram grande repercussão. Convertido ao catolicismo em Roma, decidiu interromper suas relações com o mundo espiritual. Durante cerca de um ano, os fenômenos cessaram; depois, conforme lhe havia anunciado o Espírito de sua mãe, retornaram com maior intensidade. Para Kardec, isso confirmava que sua mediunidade fazia parte de uma missão que estava acima de sua própria vontade.

Os fenômenos também ocorriam espontaneamente. Kardec relata, por exemplo, que, certa vez, enquanto Home almoçava na casa de amigos, ouviu-se repentinamente uma série de golpes nas paredes, nos móveis e no teto. Em seguida, uma pesada mesa elevou-se de 20 a 30 centímetros, moveu-se pelo salão e caiu diante de Home e de um amigo, sem que os objetos que estavam sobre ela se desarrumassem. O episódio ocorreu de maneira inesperada, em um círculo íntimo, sem qualquer propósito de demonstração.

Na Revue Spirite de setembro de 1863, Kardec voltou a focalizar o médium.

Outro importante testemunho veio do renomado cientista inglês Sir William Crookes, que também presenciou fenômenos produzidos por Home. Crookes afirmou jamais ter observado nele qualquer atitude que sugerisse fraude. Pelo contrário, destacou seu escrúpulo e sua disposição para que fossem adotadas todas as precauções necessárias durante as sessões. Home chegava a dizer aos participantes que o tratassem como se fosse um prestidigitador disposto a enganá-los, pois quanto mais rigorosos fossem os cuidados, mais evidente se tornaria, em sua opinião, a realidade dos fenômenos.

A respeito de Daniel Dunglas Home, recomendamos ainda a leitura de estudos biográficos e de textos sobre suas relações com Allan Kardec e William Crookes, disponíveis no site da revista O Consolador e em outras fontes espíritas.

Também merece atenção o depoimento do saudoso e estimado orador e médium Divaldo Franco sobre as faculdades mediúnicas e o trabalho realizado por Daniel Dunglas Home, disponível em vídeo na internet. Para acessá-lo clique em https://www.youtube.com/watch?v=osmMIv354_I

 

 

Nota do Autor:

Para ler o artigo do último domingo, clique em:  https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/08/o-vocabulo-reencarnacao-nao-foi-criado.html

 

 

 

 

 

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sábado, 5 de setembro de 2026

 




O acaso não existe; a vida é causal, não casual

 

ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO

aoofilho@gmail.com

 

O que rege nossas existências, ensina o Espiritismo, não é o acaso, mas o livre-arbítrio — uma conquista do ser humano que se amplia à medida que a alma evolui. 

Ele se exerce tanto na erraticidade, isto é, no plano espiritual, enquanto aguardamos uma nova existência corpórea, quanto durante a reencarnação. 

Allan Kardec esclarece o assunto de forma particularmente lúcida no item 872 de O Livro dos Espíritos.

No Especial da edição 122, de 30 de agosto de 2009, da revista O Consolador, Angélica Reis examina o tema e esclarece por que o chamado acaso — assim como a sorte e o azar — não existe. Para acessar o artigo clique em https://www.oconsolador.com.br/ano3/122/especial.html

O vídeo que abre este texto apresenta, em poucos minutos, um resumo das ideias desenvolvidas no artigo. Tanto o vídeo quanto o podcast sobre o tema foram produzidos com o auxílio da inteligência artificial.

 

 

 

 

 

 

 

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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

 



Com a forma verbal seja há duas expressões parecidas que, no entanto, apresentam um pormenor interessante: uma  ou seja  mantém sempre a forma; é, pois, invariável. A outra  qual seja  é variável.

Eis como elas se apresentam na conversação:

Ou seja – invariável, esta expressão é utilizada em construções como as citadas abaixo:

 Aproveitei a liquidação e comprei vários presentes, ou seja, camisas, calças e blusas.

 Encontrei na cidade natal vários parentes, ou seja, irmãos, primos e tios que julgava mortos.

– A criança pediu de presente inúmeros brinquedos, ou seja, uma bola, duas petecas e um carrinho de rolimã.

Qual seja – variável, esta expressão é usada em construções como estas:

 A empresa procura dois novos especialistas, quais sejam um contador e um analista de programação.

 Na feira encontrei frutas inúmeras, quais sejam manga, pera, maçã e até pitanga.

 O festival selecionou três músicas, quais sejam Disparada, A Banda e Ponteio.

 

*

 

Expressões que designam o mundo britânico:

Grã-Bretanha: é formada por 3 países: Inglaterra, Escócia e País de Gales.

Reino Unido: é formado por 4 países – os três acima e mais a Irlanda do Norte.

Ilhas Britânicas: são formadas por 5 países – os que compõem o Reino Unido e mais a República da Irlanda.

 

 

Observação:

Para acessar o estudo publicado na sexta–feira anterior, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/08/o-verbo-assumir-do-latim-assumere.html

 

 

 

 

 

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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

 



Paz de espírito

 

Emmanuel
(autor espiritual)

Temos hoje, em toda parte da Terra, um problema essencial a resolver, a aquisição da paz de espírito, em que se desenvolvem todas as raízes da solução dos demais problemas que sitiam a alma.

Que diretrizes, porém, adotar na obtenção de semelhante conquista?

Usar a força, impor condições, armar circunstâncias?

Não desconhecemos, no entanto, que a tensão apenas consegue impedir o fluxo das energias criadoras que dimanam das áreas ocultas do espírito, agravando conflitos e mascarando as realidades profundas de nossa vida íntima, habitualmente imanifestas.

A paz de espírito, ao contrário, exclui a precipitação e a inquietude, para deter-se e consolidar-se na serenidade e no entendimento.

Para adquiri-la, por isso mesmo, urge entregar as nossas síndromes de ansiedade e de angústia à providência invisível que nos apoia.

As ciências psicológicas da atualidade nomeiam esse recurso como sendo "o poder criativo e atuante do inconsciente", mas, simplificando conceitos, a fim de adaptá-los ao clima de nossa fé, chamamos-lhe "o poder onisciente de Deus em nós".

Render-nos aos desígnios de Deus, e confiar a Deus as questões que nos surjam intrincadas no cotidiano, é a norma exata da tranquilidade suscetível de garantir-nos equilíbrio no mundo interno para o rendimento ideal da vida.

Colocar à conta de Deus a parte obscura de nossa caminhada evolutiva, mas sem desprezar a parte do dever que nos compete.

Trabalhar e esperar, realizando o melhor que pudermos.

Fé e serviço, calma sem ócio.

Pensemos nisso e alijemos o fardo dos agentes destrutivos de ódio, ressentimento, culpa, condenação, crítica ou amargura que costumamos arrastar no barro da hostilidade com que tratamos a vida, tanta vez arruinando tempo e saúde, oportunidade e interesses.

Fundamentemos a nossa paz de espírito numa conclusão clara e simples: "Deus que nos tem sustentado, até agora, nos sustentará também de agora em diante."

Em suma, recordemos o texto evangélico que nos adverte sensatamente: "Se Deus é por nós, quem poderia ser contra!"

 

Do livro Alma e Coração, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

 

 

 

 


 

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