quarta-feira, 19 de junho de 2024

 


Revista Espírita de 1865

 

Allan Kardec

 

Parte 15

 

Prosseguimos nesta edição o estudo metódico e sequencial da Revista Espírita do ano de 1865, periódico editado e dirigido por Allan Kardec. O estudo é baseado na tradução feita por Júlio Abreu Filho publicada pela EDICEL.

A coleção do ano de 1865 pertence a uma série iniciada em janeiro de 1858 por Allan Kardec, que a dirigiu até 31 de março de 1869, quando desencarnou.

Cada parte do estudo, que é apresentado às quartas-feiras, compõe-se de:

a) questões preliminares;

b) texto para leitura.

As respostas às questões propostas encontram-se no final do texto abaixo. 

 

Questões preliminares

 

A. Que ensina de novo o Espiritismo?

B. Qual é o objetivo essencial do Espiritismo?

C. Os resultados do Espiritismo limitam-se, então, aos ensinos morais?

 

Texto para leitura

 

169. Na seção de livros, a Revista anuncia a nova edição do livro O que é o Espiritismo, de Kardec, consideravelmente aumentada. Ali se informa também que estava no prelo, para aparecer em agosto, como de fato ocorreu, o livro O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina segundo o Espiritismo. (Págs. 216 e 217.)

170. Que ensina de novo o Espiritismo? Este é o tema de abertura do número de agosto de 1865, que mereceu de Kardec alentadas considerações. (Págs. 219 e 220.)

171. Kardec admite, inicialmente, que o Espiritismo nada inventou, porque as verdades são eternas e, por esse motivo, devem ter germinado em todas as épocas. É o caso dos ensinamentos relativos à reencarnação, às penas eternas, à imortalidade, ao perispírito e a tantos outros. (Págs. 219 e 220.)

172. Não teria sido, porém, alguma coisa havê-los tirado do esquecimento? ter provado o que antes estava em estado de hipótese? ter demonstrado a existência de uma lei no que parecia fortuito?  (Pág. 220.)

173. O Espiritismo – observa Kardec – tem ainda muito o que ensinar e jamais pretendeu ter dito a última palavra. Seu a, b, c foram as mesas girantes, mas ele não parou aí e deu desde então, e em poucos anos, passos bem grandes. (Pág. 220.)

174. Os que reclamam novidades e novas revelações precisam antes esclarecer se já aproveitaram o que a doutrina espírita ensinou, porquanto só com o auxílio dessas instruções, se as aproveitarem, é que poderão elevar-se bastante para se tornarem dignos de receber um ensinamento superior.  (Pág. 221.)

175. O Espiritismo tende para a regeneração da humanidade. Ora, não podendo essa regeneração operar-se senão pelo progresso moral, resulta daí que seu objetivo essencial, providencial, é o melhoramento de cada um. Os mistérios que ele nos pode revelar são a parte acessória, porque isso de nada adianta se não formos melhores. É, pois, no seu melhoramento individual que todo espírita sincero deve trabalhar, antes de tudo. Só aquele que dominou suas más inclinações aproveitou realmente o Espiritismo e receberá sua recompensa. Eis por que os bons Espíritos, por ordem de Deus, multiplicam suas instruções e as repetem à saciedade. (Pág. 221.)

176. Os resultados do Espiritismo, contudo, não se limitam apenas aos ensinos morais, mas abrangem aspectos outros que adiante sintetizamos:

I – Ele fornece, como todos sabem, a prova patente da existência e da imortalidade da alma.

II – Pela firme crença que desenvolve, exerce uma ação poderosa sobre o moral do homem, levando-o ao bem, consolando-o nas aflições e dando-lhe força e coragem nas provações da vida.

III – Retifica as ideias falsas a respeito do futuro da alma, do céu, do inferno, das penas e das recompensas, descerrando aos olhos do homem a vida futura.

IV – Revela o que se passa no momento da morte e a desvela ao homem.

V – Com a pluralidade das existências abre um novo campo à filosofia e explica a causa das misérias humanas e das desigualdades sociais.

VI – Dá a conhecer o mecanismo das sensações e das percepções da alma e dos fenômenos espíritas.

VII – Prova as relações existentes entre o mundo corporal e o mundo espiritual, mostrando neste último uma das forças ativas da natureza.

VIII – Revela a causa das obsessões e dá os meios de as curar.

IX – Faz-nos conhecer as verdadeiras condições da prece e seu modo de ação, revelando-nos a influência recíproca entre encarnados e desencarnados.

X – Dá-nos a conhecer a magnetização espiritual, antes ignorada, abrindo ao magnetismo uma nova via e conferindo-lhe um novo e poderoso elemento de cura. (Págs. 222 e 223.)

177. Dizem que os espíritas só sabem o a, b, c do Espiritismo. Aprendamos, então, a soletrar esse alfabeto – aconselha Kardec. E isso não é problema para um dia, porque passará muito tempo antes de haver o Espiritismo esgotado todas as combinações e recolhido todos os frutos. Os espiritistas já lançaram a semente em toda a parte? não restam mais incrédulos a converter, obsidiados a curar, consolações a dar, lágrimas a enxugar? Aí estão nobres ocupações que valem bem a vã satisfação de as saber um pouco mais e um pouco mais cedo que os outros.  (Págs. 224 e 225.)

178. A Revista transcreve do livro intitulado Mês de Maria, do padre Défossés, o relato feito pelo padre Dégenettes, antigo cura da igreja de Notre-Dame des Victoires, de Paris, o qual explica como nasceu a 3 de dezembro de 1836 a obra da arquiconfraria do Coração de Maria. O padre revela ali ter sido claramente intuído por uma voz que, vindo de seu íntimo, lhe dizia: “Não farás nada, teu ministério é nulo. Vê, há quatro anos estás aqui; que ganhaste? Tudo está perdido, este povo não tem mais fé. Por prudência deverias retirar-te!” Noutro momento, a voz acrescentou: “Consagra tua paróquia ao santíssimo e imaculado Coração de Maria”. Como a voz se fez ouvir outra vez, o padre, para se livrar dessas ideias, passou a compor os estatutos da associação, o que logrou fazer com extrema facilidade. Assim nasceu a arquiconfraria. (Págs. 225 a 228.)

179. Comentando o fato, Kardec diz que o fenômeno da mediunidade auditiva foi ali de máxima evidência. A reprodução do fenômeno é indício certo de que ele se realizou em virtude de uma lei e que, por isso, não sai da ordem natural. Aliás, fatos análogos ao do padre Dégenettes estão no número dos mais vulgares entre os mediúnicos; as comunicações por via auditiva são muito numerosas. (Pág. 228.)

180. O Sr. Delanne, que transmitiu a Kardec o fato acima relatado, juntou ao seu relato uma comunicação do Espírito do padre Dégenettes, obtida pela sra. Delanne, na qual o sacerdote confirma ter possuído na última existência corpórea o dom da mediunidade, que ele então ignorava. Diz Kardec que o padre Dégenettes comunicou-se depois diversas vezes, ditando palavras dignas da elevação de seu Espírito. (Págs. 228 a 230.)

181. A respeito desse padre, Kardec refere um caso curioso que Dégenettes relatou certa vez durante um sermão proferido em sua igreja: Uma pobre operária sem trabalho, depois de orar na igreja, encontrou na saída um senhor que lhe disse: “Buscai trabalho; ide à rua tal, procurai a sra. Fulana de tal: ela vo-lo arranjará.” A pobre agradeceu e foi ao endereço indicado, onde realmente precisavam de uma empregada. O que intrigou a senhora foi o fato de ela ficar sabendo, visto que nada dissera a qualquer pessoa. A operária começou a trabalhar e logo deparou um retrato no salão. “Olhai, senhora”, disse ela, “o senhor que me mandou foi este” e apontou o retrato. “Impossível”, respondeu-lhe a dona da casa, “este retrato é de meu filho morto há três anos”. A operária replicou: “Não sei como é isto; mas o reconheço perfeitamente”. (Pág. 230.)

 

Respostas às questões propostas

 

A. Que ensina de novo o Espiritismo?

Esta questão foi o tema de abertura do número de agosto de 1865 da Revista. Comentando o assunto, Kardec admitiu, inicialmente, que o Espiritismo nada inventou, porque as verdades são eternas e, por esse motivo, devem ter germinado em todas as épocas. É o caso dos ensinamentos relativos à reencarnação, às penas eternas, à imortalidade, ao perispírito e a tantos outros. E acrescentou que o Espiritismo tinha ainda muito o que ensinar e jamais pretendeu ter dito a última palavra. Seu a, b, c foram as mesas girantes, mas ele não parou aí e deu desde então, e em poucos anos, passos bem grandes. (Revista Espírita de 1865, pp. 219 e 220.)

B. Qual é o objetivo essencial do Espiritismo?

Seu objetivo essencial é o melhoramento dos indivíduos. Os mistérios que o Espiritismo nos pode revelar são a parte acessória, porque isso de nada adianta se não formos melhores. É, pois, no seu melhoramento individual que todo espírita sincero deve trabalhar, antes de tudo. Só aquele que dominou suas más inclinações aproveitou realmente o Espiritismo e receberá sua recompensa. Eis por que os bons Espíritos, por ordem de Deus, multiplicam suas instruções e as repetem à saciedade. (Obra citada, pág. 221.)

C. Os resultados do Espiritismo limitam-se, então, aos ensinos morais?

Não. Eles não se limitam aos ensinos morais, mas abrangem outros aspectos adiante sintetizados: 1. Ele fornece a prova patente da existência e da imortalidade da alma. 2. Pela firme crença que desenvolve, exerce uma ação poderosa sobre o moral do homem, levando-o ao bem, consolando-o nas aflições e dando-lhe força e coragem nas provações da vida. 3. Retifica as ideias falsas a respeito do futuro da alma, do céu, do inferno, das penas e das recompensas, descerrando aos olhos do homem a vida futura. 4. Revela o que se passa no momento da morte e a desvela ao homem. 5. Com a pluralidade das existências abre um novo campo à filosofia e explica a causa das misérias humanas e das desigualdades sociais. 6. Dá a conhecer o mecanismo das sensações e das percepções da alma e dos fenômenos espíritas. 7. Prova as relações existentes entre o mundo corporal e o mundo espiritual, mostrando neste último uma das forças ativas da natureza. 8. Revela a causa das obsessões e dá os meios de as curar. 9. Faz-nos conhecer as verdadeiras condições da prece e seu modo de ação, revelando-nos a influência recíproca entre encarnados e desencarnados. 10. Dá-nos a conhecer a magnetização espiritual, antes ignorada, abrindo ao magnetismo uma nova via e conferindo-lhe um novo e poderoso elemento de cura. (Obra citada, pp. 222 e 223.) 

 

 

Observação:

Para acessar a Parte 14 deste estudo, publicada na semana passada, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2024/06/revista-espirita-de-1865-allan-kardec_01856331832.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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terça-feira, 18 de junho de 2024

 



Pessoas e situações em nossa vida

 

CÍNTHIA CORTEGOSO

cinthiacortegoso@gmail.com

 

É importante saber que o Universo sábio e perfeito nos trará as mesmas lições quantas vezes necessárias até o seu aprendizado, e seguiremos para novas experiências mais marcantes quando as anteriores forem aprendidas. Deveríamos compreender também que encontramos as pessoas que já são predefinidas à nossa convivência e, portanto, haverá sabedoria em viver de maneira consciente com essas pessoas.

No entanto a nossa ansiedade ou o nosso despreparo, infelizmente, tira-nos o foco do que é valioso e nos coloca um olhar mais efêmero. E distanciamo-nos por nossa imaturidade, por breves situações sem finais construtivos de pessoas que nos querem tanto. Porém como o Universo é bondoso, paciente, onipresente, perfeito, incomparável... Ele nos propicia outros (re)encontros com as pessoas indispensáveis em nossa vida para usufruirmos, mesmo que por um tempo menor, o convívio necessário.

A vida possui seus critérios absolutos e suas leis universais imutáveis. Não é como queremos, graças a Deus, mas, sim, como é adequado indistinta e sabiamente. E essa questão dos (re)encontros entre pessoas conforme a necessidade de desenvolvimento e experiência é tão elevado que somente o amor poderia entender. Tudo é perfeitamente criado para que em determinado tempo e lugar pessoas predefinidas se encontrem para a criação e a vivência de trabalhos e experiências para o progresso dentro da evolução. Se observarmos como todos os (re)encontros e acontecimentos são devidamente traçados e guiados por uma energia maior, valorizaríamos muito as situações vividas.

E tudo está da maneira como deve ser. Passaremos por experiências necessárias e (re)encontraremos as companhias definidas de acordo com o que devemos realizar (salvo um importante quesito: toda atitude negativa e inferior não está amparada pela sabedoria que a vida possui, ou melhor, atitudes desacertadas que não trazem bons sentimentos são escolhas particulares com suas respectivas reações.

Em vez de desejarmos apenas o que não está conosco, um ato sensato é conviver, da maneira mais produtiva e amorosa, com as pessoas que estão em nossa vida, e viver os acontecimentos presentes com o coração, pois, na verdade, nós é que vemos tudo muito parcial e superficialmente, mas Deus Criador do Universo sabe do que precisamos para o nosso aprimoramento e nos coloca sempre diante do que nos é necessário.

Pois bem, a justa forma de agradecimento a Deus a vida é viver e conviver com amor, mais harmonizados com quem se caminha sem querer passar por tudo, e não viver nada, porque esta é uma existência diante das infinitas que compõem a nossa história.

Tudo está perfeitamente conectado.

 

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segunda-feira, 17 de junho de 2024

 



Dar e deixar

 

Irmão X

 

Quando Cirilo Fragoso bateu às portas da Esfera Superior e foi atendido por um anjo que velava, solícito, com surpresa verificou que seu nome não constava entre os esperados do dia.

— Fiz muita caridade — alegou, irritadiço —, doei quanto pude. Protegi os pobres e os doentes, amparei as viúvas e os órfãos. Quanto fiz lhes pertence. Oh! Deus, onde a esperança dos que se entregaram às promessas do Cristo?

E passou a choramingar em desespero, enquanto o funcionário celestial, compadecidamente, lhe observava os gestos.

Fragoso traduzia o próprio pesar com a boca, no entanto, a consciência, como que instalada agora em seus ouvidos, instava com ele a recordar.

Inegavelmente, amontoara vultosos bens. Atingira retumbante êxito nos negócios a que se afeiçoara e desprendera-se do corpo terrestre no cadastro dos proprietários de grande expressão. Não conseguira visitar pessoalmente os necessitados, porque o tempo lhe minguava cada dia, na laboriosa tarefa de preservação da própria fortuna, jamais obtivera folgas para ouvir um indigente, nunca pudera dispensar um minuto às mulheres infelizes que lhe recorriam à casa, entretanto, prevendo a morte que se avizinhava, inflexível, organizara generoso testamento. E assim, agindo à pressa, não se esquecera das instituições piedosas das quais possuía vago conhecimento, inclusive as que ele pretendia criar. Por isso, em quatro dias, dotara-as todas com expressivos recursos, encomendando-se-lhes às preces.

Não se desfizera, pois, de tudo, para exercer o auxílio ao próximo?

Não teria sido, porém, mais aconselhável praticar a beneficência, antes da atribulada viagem para o túmulo?

Notando que o coração e a consciência duelavam dentro dele, rogou à entidade angélica tomasse em consideração a legitimidade das suas demonstrações de virtude, reafirmando que a caridade por ele efetuada deveria ser passaporte justo ao acesso ao paraíso.

O benfeitor espiritual declarou respeitar-lhe o argumento, informando, porém, que só mediante provas tangíveis advogar-lhe-ia a causa, junto aos poderes celestes. Trouxesse Fragoso a documentação positiva daquilo que verbalmente apontava e defender-lhe-ia a entrada no Paço da Eterna Luz.

Cirilo deu-se pressa em voltar à Terra e, aflito, extraiu as notas mais importantes, com referência aos legados que fizera às associações pias, presentes e futuras, nas derradeiras horas do corpo, e retornou à presença do amigo espiritual, diante de quem leu em voz firme e confiante:

— Para os velhinhos de diversos refúgios, deixei quatrocentos mil cruzeiros. Para os doentes de várias agremiações, deixei oitocentos mil cruzeiros. Para a instalação de um hospital de câncer, deixei seiscentos mil cruzeiros. Para a fundação do Instituto São Damião, em favor dos leprosos, deixei trezentos mil cruzeiros. Para a assistência à infância desvalida, deixei quinhentos mil cruzeiros. Para meus empregados, deixei quatro casas e seis lotes de terras, no valor de um milhão e duzentos mil cruzeiros. Em mãos do meu testamenteiro, deixei, desse modo, a importância total de três milhões e oitocentos mil cruzeiros, para a realização de boas obras.

Terminada a leitura, reparou que o anjo não se mostrava satisfeito.

Em razão disso, perguntou, ansioso:

— Não terei cumprido, assim, os preceitos de Jesus?

O interpelado, porém, aclarou, triste:

— Fragoso, é preciso pensar. Segundo o Evangelho, bem-aventurado é aquele que dá com alegria. Mas, realmente, você não deu. Suas anotações não deixam margem a qualquer dúvida. Você simplesmente deixou. Deixou, porque não podia trazer.

E porque Cirilo entrasse em aflitiva expectação, o anjo rematou:

— Infelizmente, seu lugar, por enquanto, ainda não é aqui.

De conformidade com os ensinamentos do Mestre Divino, onde situamos o tesouro de nossa vida aí guardaremos a própria alma. Seu testamento não exprime libertação. Quem dá, serve e passa. Quem deixa, larga provisoriamente. Você ainda não se exonerou das responsabilidades para com o dinheiro. Volte ao mundo e ampare aqueles a quem você confiou os bens que lhe foram emprestados pela Providência Divina e, ajudando-os a usá-los na caridade verdadeira, você conhecerá, com experiência própria, o desprendimento da posse. A morte obrigou-o a deixar. Agora, meu amigo, cabe-lhe exercitar a ciência de dar com alma e coração.

Foi assim que Cirilo Fragoso, embora acabrunhado, regressou à Esfera dos homens, em Espírito, a fim de aprender a beneficência com alicerces na renúncia.

 

Do livro Contos e Apólogos, página psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

 

 

 

 

 


 

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