segunda-feira, 31 de março de 2025

 



O Espiritismo e os cônjuges

 

André Luiz (Espírito)

 

Sem entendimento e respeito, conciliação e afinidade espiritual torna-se difícil o êxito no casamento.

Todos os pretendentes à união conjugal carecem de estudar as circunstâncias do ajuste esponsalício antes do consórcio, para isso existindo o período natural do noivado.

Aspecto deveras importante para ser analisado será sempre o da crença religiosa. Efetivamente, se a religião idêntica no casal contribui bastante para a estabilidade do matrimônio, a diversidade dos pontos de vista não é um fator proibitivo da paz da família. Mas se aparecem rixas no lar, oriundas do choque de opiniões religiosas diferentes, a responsabilidade é claramente debitada aos esposos que se escolheram um ao outro.

A tendência comum de um cônjuge é a de levar o outro a pensar e agir como ele próprio, o que nem sempre é viável e nem pode ocorrer. Eis por que não lhes cabe violentar situações e sentimentos, manejando imposições recíprocas, mormente no sentido de se arrastarem a determinada crença religiosa.

Deve partir do cônjuge de fé sincera a iniciativa de patentear a qualidade das suas convicções, em casa, pelo convite silencioso a elas, através do exemplo.

Não será por meio de discussões, censuras ou pilhérias em torno de assuntos religiosos que se evidenciará algum dia a excelência de uma doutrina.

Ao invés de murmurações estéreis, urge dar provas de espiritualidade superior, repetidas no dia a dia. Em lugar de conceitos extremados nas prédicas fatigantes, vale mais a exposição da crença pela melhoria da conduta, positivando-se quão pior seria qualquer criatura sem o apoio da religião.

Para os espíritas jamais será construtivo constranger alguém a ler certas obras, frequentar determinadas reuniões ou aceitar critérios especiais em matéria doutrinária. Quem deseje modificar a crença do companheiro ou companheira, comece a modificar a si mesmo, na vivência da abnegação pura, do serviço, da compreensão, do bom senso prático, salientando aos olhos do outro ou da outra a capacidade de renovação dos princípios que abraça.

O cônjuge é a pessoa mais indicada para revelar as virtudes de uma crença ao outro cônjuge. Um simples ato de bondade, no recinto do lar, tem mais força persuasiva que uma dezena de pregações num templo onde a criatura comparece contrariada.

Uma única prova de sacrifício entre duas pessoas que se defrontam, no convívio diário, surge mais eficaz como agente de ensino que uma vintena de livros impostos para leituras forçadas.

Em resumo, depende do cônjuge fazer a sua religião atrativa e estimulante para o outro, ao contrário de mostrá-la fastidiosa ou incômoda.

Nos testemunhos de cada instante, no culto vivo do Evangelho em casa e na lealdade à própria fé, persista cada qual nas boas obras, porque, ante demonstrações vivas de amor, cessam quaisquer azedumes da discórdia e todas as resistências da incompreensão.

 

Do livro Estude e Viva, obra psicografada pelos médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.

 

 

 



 

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domingo, 30 de março de 2025

 



   Que dizer aos que negam o Umbral e as Colônias Espirituais?

 

ASTOLFO O. DE OLIVEIRA FILHO

aoofilho@gmail.com

 

Um leitor de Minas Gerais enviou-nos uma carta contendo questionamentos feitos por um amigo a propósito de informações contidas em obras mediúnicas que, na opinião do amigo, não teriam suporte nos livros de Allan Kardec. Ele refere-se especificamente ao Umbral e às Colônias Espirituais, cuja existência não aceita. Além de negar a existência do Umbral e das Colônias, ele apresentou-nos outros questionamentos pertinentes ao mesmo tema.

Vamos ater-nos neste texto à questão do Umbral e das Colônias Espirituais, que o amigo em foco e muitos espíritas – por incrível que isso pareça – negam porque Allan Kardec não os menciona. Os demais questionamentos serão examinados oportunamente.

Em primeiro lugar, lembremos que Allan Kardec não pôde, por razões inúmeras, aprofundar-se em determinados assuntos que estariam reservados para as gerações futuras, porque a revelação espírita é progressiva e deve seguir, conforme proposto pelo próprio Codificador, o avanço das pesquisas, dos fatos e da ciência. 

Cabe-nos, contudo, reconhecer que Allan Kardec, embora sem os pormenores que outros autores nos trouxeram posteriormente, aludiu ao assunto em alguns momentos do seu livro O Céu e o Inferno, obra recheada de depoimentos dados por Espíritos de categorias evolutivas diversas.

Assim é que no cap. VII da 1ª Parte da obra citada, no tópico 25º, Kardec diz que no plano espiritual existem Espíritos mergulhados em densa treva; outros se encontram em absoluto insulamento no Espaço, atormentados pela ignorância da própria posição, como da sorte que os aguarda. Os mais culpados padecem torturas muito mais pungentes por não lhes entreverem um termo. Alguns são privados de ver os seres queridos, e todos, geralmente, passam com intensidade relativa pelos males, pelas dores e privações que a outrem ocasionaram. Esta situação perdura até que o desejo de reparação pelo arrependimento lhes traga a calma para entrever a possibilidade de, por eles mesmos, pôr um termo à sua situação. [O negrito é de nossa autoria.]

Comparemos o texto acima, de autoria de Allan Kardec, com a descrição que André Luiz fez, no livro Nosso Lar, acerca de sua situação no Umbral. Há neles alguma diferença?

Em outro trecho do mesmo livro, no cap. IV da 2ª Parte, Kardec reproduz uma comunicação do Espírito de Claire, que se refere ao marido, que muito a martirizara, e à posição em que ele se encontrava no mundo espiritual. Eis o trecho: “Queres saber qual a situação do pobre Félix? Erra nas trevas entregue à profunda nudez de sua alma. Superficial e leviano, aviltado pelo sensualismo, nunca soube o que eram o amor e a amizade. Nem mesmo a paixão esclareceu suas sombrias luzes. Seu estado presente é comparável ao da criança inapta para as funções da vida e privada de todo o amparo. Félix vaga aterrorizado nesse mundo estranho onde tudo fulgura ao brilho desse Deus por ele negado.” [Grifamos]

Quando surgiu o livro Nosso Lar, a primeira obra escrita por André Luiz, dúvidas inúmeras foram levantadas por personalidades importantes, a exemplo de Leopoldo Machado, que tiveram inicialmente dificuldade em aceitar parte das informações que o livro apresentava. Sabemos, porém, que tais dúvidas não tinham fundamento nenhum porque, a rigor, André Luiz não trouxe novidades sobre o tema, que já fora examinado anteriormente por inúmeros autores.

Se os que pensam como o amigo do leitor que nos escreveu tivessem lido o livro A Vida no Outro Mundo, obra de Cairbar Schutel publicada antes do surgimento do médium Chico Xavier, saberiam disso, o que implica dizer que negar a existência do Umbral e das Colônias Espirituais mencionadas por André Luiz significa refutar a contribuição inestimável de autores consagrados como, por exemplo, Conan Doyle, Oliver Lodge, Carl du Prel, Swedenborg, Winifred Moyes, Ernesto Bozzano, Cairbar Schutel e Lilian Walbrook, dentre muitos outros.

Eis, a propósito, algumas informações que colhemos no livro A Vida no Outro Mundo, de Cairbar Schutel:

1. Há no Outro Mundo diversos planos de existência, e não poderia ser de outro modo, porque os Espíritos, revestidos de seu corpo espiritual, não podem viver num meio que não esteja de acordo com sua vestimenta espiritual, que vibra sempre ao ritmo da elevação de cada um, em sabedoria e moralidade. Uma região isenta de oxigênio seria hostil a Espíritos ainda necessitados de oxigênio. Os círculos que envolvem a Terra se diferenciam pela fluidez da matéria que os compõe. (A Vida no Outro Mundo, 5ª. edição, pp. 82, 83, 85 e 107.)

2. O primeiro plano do Mundo Espiritual é bem parecido com o plano terráqueo. Pode-se dizer que o nosso plano aqui na Terra é uma cópia materializada desse plano, o que explica a existência ali de habitações semelhantes às nossas. (Obra citada, pp. 87 a 89.)

3. Muitas obras e estudiosos falam sobre a existência de cidades, casas, hospitais, templos e palácios no Outro Mundo e Conan Doyle menciona em seu livro História do Espiritismo vários casos, a exemplo de sir Oliver Lodge, Carl du Prel, Swedenborg, Winifred Moyes e Lilian Walbrook. (Obra citada, pp. 54, 56, 57, 78, 92, 95, 96, 97, 102 e 103.)

4. Nas mensagens transcritas por Conan Doyle, além da referência à existência de casas lindas e flores, um dos comunicantes fala do alimento utilizado no plano em que vivia, o qual não se parece com o nosso porque é muito mais agradável e delicado. (Obra citada, pp. 95 a 97.)

5. Nas obras de Swedenborg faz-se menção a casas, templos, salões, palácios. As crianças são bem recebidas no Outro Mundo, sejam ou não batizadas, e ali elas crescem cuidadas por mulheres jovens, até que lhes apareçam suas mães verdadeiras. (Obra citada, pp. 98 a 100.)

6. No livro O Caso de Lester Coltman, de Lilian Walbrook, Coltman (Espírito) dá-nos a seguinte informação: “Meu trabalho continua aqui como se iniciou na Terra, ou seja, no terreno científico. Para progredir em meus estudos, visito frequentemente um laboratório, onde encontro facilidades tão completas como extraordinárias para a realização de experiências. Tenho casa própria, verdadeiramente bela, com uma grande biblioteca, na qual existe toda a classe de livros de consulta: históricos, científicos, de Medicina, e de todos os gêneros da Literatura. Para nós, estes livros são tão interessantes como para vós, os da Terra. Tenho uma sala de música com toda a sorte de instrumentos. Tenho quadros de rara beleza e móveis de gosto apurado.” Na sequência, Lester Coltman refere-se a uma paisagem extraordinariamente bela que ele podia descortinar de suas janelas e diz haver ali magníficas escolas para instrução dos Espíritos de crianças. (Obra citada, pp. 93 a 95.)

As informações de Cairbar Schutel não são diferentes das que Ernesto Bozzano nos trouxe em seu livro A Crise da Morte, obra publicada em 1926 pela Federação Espírita Brasileira.

Eis trechos da referida obra:

1. Segundo esclarecimentos ditados pelo Espírito de Celfra: a) existem esferas espirituais de transição, em que os Espíritos guardam a forma humana e se veem num meio análogo ao terrestre; b) o peso do Espírito recém-chegado ao mundo espiritual provém das condições de pecado em que toda gente aí chega; c) enquanto a alma do recém-vindo estiver ligada, de alguma sorte, ao mundo dos vivos, o Espírito não pode deixar de existir numa condição quase terrena; d) após a morte do corpo físico, nas altas esferas espirituais a faculdade de pensar experimenta uma transformação e uma expansão prodigiosas. (A Crise da Morte, pp. 159 a 161.)

2. Jim Nolan disse que, ao entrar no mundo espiritual, parecia-lhe caminhar sobre um terreno sólido, quando encontrou sua avó, que o levou para longe dali, para sua morada. A morada da avó, onde ele repousou e dormiu naquela noite, tinha o aspecto de uma casa. “No mundo dos Espíritos – explicou ele –, há a força do pensamento, por meio do qual se podem criar todas as comodidades desejáveis...” (Obra citada, p. 32.)

3. O Espírito, pensando na forma humana, se veria de novo em forma humana; pensando em estar vestido, achar-se-ia coberto de roupas que, sendo tão etéreas como o seu próprio corpo, lhe pareceriam tão substanciais como as vestes terrenas. É assim que ele encontra, no mundo espiritual, um meio e uma morada correspondentes a seus hábitos terrestres, morada que lhe preparariam os seus familiares, tornados antes dele à existência espiritual. (Obra citada, p. 36.)

4. Felicia Scatcherd diz ter sido conduzida a uma maravilhosa morada que os próprios Espíritos haviam criado pela força do pensamento. (Obra citada, pp. 117 a 121.)

5. A mensagem do Espírito trouxe notícias sobre as habitações existentes no mundo espiritual, construídas por Espíritos que se especializaram em modelar, pelo pensamento, a matéria espiritual. (Obra citada, pp. 137 a 143.)

6. Os Espíritos se encontram novamente, na vida espiritual, com a forma humana. Todos se acham num meio espiritual radioso e maravilhoso (no caso de mortos moralmente normais) e num meio tenebroso e opressivo (no caso de mortos moralmente depravados).  Todos reconhecem que o meio espiritual é um novo mundo objetivo, real, análogo ao meio terrestre espiritualizado. Eles aprendem que isso se deve ao fato de que, no mundo espiritual, o pensamento constitui uma força criadora, por meio da qual o Espírito existente no “plano astral” pode reproduzir em torno de si o meio de suas recordações. Os Espíritos dos mortos gravitam fatalmente e automaticamente para a esfera espiritual que lhes convém, por virtude da “lei de afinidade”. (Obra citada, pp. 164 a 166.)

Sobre a região chamada Umbral e as esferas espirituais que circundam a Crosta terrestre recomendamos ao leitor que leia o texto que escrevemos e publicamos na edição 226 da revista O Consolador. Eis o link: http://www.oconsolador.com.br/ano5/226/oespiritismoresponde.html

 

 

Nota do Autor:

Para ler o texto publicado no domingo anterior, clique em: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2025/03/alma-e-espirito-sao-termos-com.html

 

 

 

 

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sábado, 29 de março de 2025

 



O verbo advertir pode ter, conforme o caso, três significados:

1 - "Prevenir", "admoestar", "observar", caso em que seu complemento é direto.

Exemplos:

   O avô advertiu severamente o neto.

   Israel adverte que reagirá aos ataques dos rebeldes.

   João escapou do perigo porque o advertiram.

   Ele abusou muito e só depois advertiu que era tarde.

2 - "Avisar", "informar", "chamar a atenção", caso em que pede dois complementos, um direto e outro indireto.

Exemplos:

   O prefeito advertiu a população dos riscos de uma epidemia.

   O ministro adverte o presidente de que a crise foge ao controle.

   O amigo advertiu-o de que ele estava enganado.

   A indústria advertiu ao mercado que vai faltar gás.

3 - “Atentar", "prestar atenção", caso em que seu complemento é indireto.

Exemplos:

   Demoramos, mas finalmente advertimos naquele detalhe.

   Custou, mas advertiu naquele problema.

 

*

 

Não se recomenda o uso do verbo advertir seguido das preposições “contra”, “sobre” e “para”. Em tais casos, o melhor é usar o verbo alertar.

Exemplos:

   O governo alertou para que economizemos água.

   O ministrou alertou o povo contra o perigo da recessão.

   Ele foi alertado sobre os buracos da estrada.

 

Observação:

Para acessar o estudo publicado no sábado anterior, clique aqui:  https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2025/03/considere-esta-construcao-joaozinho.html

 

 

 

 

 

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sexta-feira, 28 de março de 2025

 



Roteiro

 

Emmanuel

 

5

 

Nos círculos da matéria

 

Superando as vulgaridades que lhe assinalam a romagem na carne, o Espírito reconhece a sua posição de internado nos círculos da matéria que, a seu turno, é simplesmente o conjunto das vidas inferiores, suscetível de ser examinado pela nossa capacidade de apreciação.

Em seus múltiplos estados, a matéria é força coagulada, dentro de extensas faixas dinâmicas, guardando a entidade mental de tipos diversos, em seu longo roteiro evolutivo.

Corpos sólidos, líquidos, gasosos, fluidos densos e radiantes, energias sutis, raios de variadas espécies e poderes ocultos tecem a rede em que a nossa consciência se desenvolve, na expansão para a imortalidade gloriosa.

O homem é um gênio divino em aperfeiçoamento ou um anjo nascituro, no grande império das existências microscópicas, em cujo âmbito é escravo natural das ordenações superiores e legítimo senhor das potências menores.

Em torno dele tudo é movimento, transformação e renovação. No seio multifário da natureza em que se agita, tudo se modifica no embate turbilhonário das energias que lhe favorecem a experiência e a ascensão.

Embora a ordem dominante nos elementos infrainfinitesimais, tudo aí se desfaz e se refaz incessantemente, oferecendo ao Espírito fases importantes de materialização e desmaterialização, dentro de leis sistemáticas que funcionam em igualdade de condições para todos.

Mas, além dos elementos químicos analisados, entre o hidrogênio e o urânio, que se agrupam no Planeta, através de infinitas combinações, jazem as linhas de força do mundo subatômico, geradas pelos potenciais elétricos e magnéticos que presidem a todos os fenômenos da vida e, por trás dessas linhas positivas, neutras ou negativas, que constituem a matéria, verdadeira aglomeração de sistemas solares microscópicos e de nebulosas infinitesimais, permanece o pensamento que tudo cria, renova e destrói para refazer.

A energia mental é o fermento vivo que improvisa, altera, constringe, alarga, assimila, desassimila, integra, pulveriza ou recompõe a matéria em todas as dimensões.

Por isso mesmo, somos o que decidimos, possuímos o que desejamos, estamos onde preferimos e encontramos a vitória, a derrota ou a estagnação, conforme imaginamos.

A história da Criação, no livro de Moisés, idealizando o Senhor diante do abismo, simboliza a força da mente perante o cosmos.

“Faça-se a luz — determinou a Divina Vontade — e a luz se fez sobre as trevas.”

Por nossa vez, cada dia, proclamamos com as nossas ideias, atitudes, palavras e atos: — “Faça-se o destino!” E a vida nos traz aquilo que dela reclamamos.

Os acontecimentos obedecem às nossas intenções e provocações manifestas ou ocultas.

Encontraremos o que merecemos, porque merecemos o que buscamos.

A existência, pois, para nós, em qualquer parte, será invariavelmente segundo pensamos.

 

[1] O Livro dos Espíritos, 60-67.

 

Nota: O livro Roteiro, psicografado pelo médium Chico Xavier, foi publicado inicialmente pela editora da FEB em 1952.

 

 

 

 

 

 

 

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quinta-feira, 27 de março de 2025

 


AS MAIS LINDAS CANÇÕES QUE OUVI

Garota de Ipanema


Tom Jobim e Vinicius de Moraes

 

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça,

É ela menina que vem e que passa

Num doce balanço, caminho do mar.

Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema,

O seu balançado é mais que um poema,

É a coisa mais linda que eu já vi passar...

 

Ah, por que estou tão sozinho?

Ah, por que tudo é tão triste?

Ah, a beleza que existe...

A beleza que não é só minha,

Que também passa sozinha.

Ah, se ela soubesse que quando ela passa

O mundo, inteirinho, se enche de graça

E fica mais lindo por causa do amor...



Você pode ouvir a canção na voz do seu intérprete preferido clicando no link correspondente:

João Gilberto e Tom Jobim - https://www.youtube.com/watch?v=5D_Lom2pjZQ&ab_channel=Cl%C3%A1udiaTaffarel

Daniel Jobim - https://www.youtube.com/watch?v=edTVaIXmaqk&ab_channel=Olympics

Roberto Carlos e Caetano Veloso – https://www.youtube.com/watch?v=qcf9Opdfmzw&ab_channel=RobertoCarlosVEVO

Gal Costa - https://www.youtube.com/watch?v=ITsKmGfiStY&ab_channel=rothen72

 

 

 

 

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