O verbo assumir [do latim assumere],
conforme o sentido com que é usado, pode ser classificado como:
Pronominal:
• Ele assumiu-se como pessoa religiosa.
• Paulo assumiu-se como defensor ferrenho das
minorias.
Intransitivo, ou seja, verbo
que não exige complemento:
• O prefeito assumirá dia 31.
• O suplente assumiu assim que a Justiça
decidiu.
Transitivo, ou seja, verbo
que requer complemento:
• João
assumiu a responsabilidade dos seus atos.
• Um dos sócios assumiu o passivo da firma.
• Dr. Ribeiro assume o cargo de deputado
estadual hoje à tarde.
• Com a morte do rei, D. João assumiu o poder.
• Mal foi promovida, Beatriz assumiu ares de
chefe.
• O desastre assumiu proporções alarmantes.
• O ministro assumiu sua condição de
homossexual.
Existe, no
entanto, no uso do verbo assumir, uma construção que deve ser evitada – assumir
que – utilizada em textos como este: “João assumiu que irá até o fim em
suas ideias”.
Ela pode ser
substituída por frases como esta: “João afirmou que irá até o fim em suas ideias”.
*
Exemplos:
• Helena Vargas é
a embaixadora de Costa Verde no México.
• O embaixador
Raul Trindade e a embaixatriz, sua esposa, foram recebidos pelo papa.
Observação:
Para acessar o estudo publicado na sexta–feira
anterior, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/08/alguem-nos-pergunta-qual-e-o-exato.html
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