O acordo
ortográfico firmado pelos países que adotam o idioma português, em vigor desde
o início de 2009, introduziu diversas mudanças nas regras de acentuação.
Continuam, no entanto, sendo acentuadas as letras “i” e
“u”, independentemente da posição na palavra, quando formam hiato tônico com a
vogal anterior. Exemplos: ruína, miúda, ataúde, saída, balaústre, juízo, suína.
Há, contudo, uma exceção: “xiita”, pois duas vogais
idênticas formam necessariamente um hiato, não havendo necessidade de acento
gráfico para indicar essa formação.
O acento também não se aplica quando houver consoante
(exceto o “s”) ou semivogal na mesma sílaba. Exemplos: sair, sairmos, juiz,
ruir, cair, caiu, ruim, instruir, instruiu.
Além disso, o “i” tônico, mesmo formando hiato, não
recebe acento quando seguido de “nh”. Exemplos: ra-i-nha, mo-i-nho.
A principal novidade do acordo foi a eliminação do acento
gráfico nas letras “i” e “u” quando precedidas de ditongo decrescente (ao, au,
ei, ui etc.), nas palavras paroxítonas. Exemplos: feiura, bocaiuva, baiuca,
taoismo, taoista, feiinho.
Por outro lado, se essas letras fizerem parte de palavras
oxítonas, o acento permanece obrigatório. Exemplos: Piauí, tuiuiú, teiú.
Observação:
Para acessar o estudo publicado na
sexta-feira anterior, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/03/encerrando-recapitulacao-das-regras.html
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