sexta-feira, 10 de abril de 2026

 



Há uma samba bem conhecido, especialmente dos que passaram dos sessenta anos, que começa assim: “Se acaso você chegasse ao meu chatô e encontrasse...”

Caso não o conheça, confira o belo samba que Lupicínio Rodrigues nos legou: https://www.youtube.com/watch?v=4qMC8-snXx4&list=RD4qMC8-snXx4&start_radio=1

Nele, o autor usou corretamente a palavra “se”, que é, nesse caso, uma conjunção.

Quando se utiliza a palavra “acaso” em frases semelhantes, o “se” é indispensável.

Exemplos:

- Se acaso você encontrar o professor, diga-lhe que estou bem.

- Se acaso você for viajar, vá com cuidado.

- Se acaso vir meu irmão, dê-lhe um abraço.

Quando, no entanto, em vez de “acaso”, usarmos a palavra “caso”, o “se” é rejeitado liminarmente.

Veja estes exemplos:

- Caso você encontre o professor, dê-lhe um abraço.

- Caso você for viajar, vá com calma.

- Caso vir meu irmão, diga que estou bem.

 

*

 

Hégira, não héjira, é assim que se escreve a palavra oriunda do árabe que é usada para nos referirmos à era maometana que tem como ponto de partida a migração de Maomé de Meca para Medina, no ano 622 da nossa era.

 

Observação:

Para acessar o estudo publicado na sexta-feira anterior, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/04/considere-estes-dois-textos-1.html

 

 

 

 

 

 

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