Há uma samba bem conhecido, especialmente dos que
passaram dos sessenta anos, que começa assim: “Se acaso você chegasse ao meu
chatô e encontrasse...”
Caso não o conheça, confira o belo samba que Lupicínio
Rodrigues nos legou: https://www.youtube.com/watch?v=4qMC8-snXx4&list=RD4qMC8-snXx4&start_radio=1
Nele, o autor usou corretamente a palavra “se”, que é,
nesse caso, uma conjunção.
Quando se utiliza a palavra “acaso” em frases
semelhantes, o “se” é indispensável.
Exemplos:
- Se acaso você encontrar o professor,
diga-lhe que estou bem.
- Se acaso você for viajar, vá com cuidado.
- Se acaso vir meu irmão, dê-lhe um abraço.
Quando, no entanto, em vez de “acaso”,
usarmos a palavra “caso”, o “se” é rejeitado liminarmente.
Veja estes exemplos:
- Caso você encontre o professor, dê-lhe um
abraço.
- Caso você for viajar, vá com calma.
- Caso vir meu irmão, diga que estou bem.
*
Hégira, não héjira, é assim que se escreve a
palavra oriunda do árabe que é usada para nos referirmos à era maometana que
tem como ponto de partida a migração de Maomé de Meca para Medina, no ano 622
da nossa era.
Observação:
Para acessar o estudo publicado na
sexta-feira anterior, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/04/considere-estes-dois-textos-1.html
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