É comum no meio espírita o uso da palavra desencarne como substantivo, em lugar da palavra desencarnação.
Trata-se, porém, de um
erro que deve ser evitado.
O ato ou efeito de
desencarnar, deixar a carne, passar para o mundo espiritual é definido, em
nosso idioma, pelo vocábulo desencarnação. Não existe, seja no
dicionário Aurélio, seja no Caldas Aulete, o substantivo desencarne.
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Frade e frei são
vocábulos sinônimos, mas não podemos usá-los de qualquer modo,
indiferentemente. Se depois do vocábulo vier um nome, usaremos frei. Isolado,
usaremos frade.
Exemplos:
Frei Nereu morreu
ontem; foi ele um frade admirável.
Frei Ambrósio
chegou.
Frei Bento é, dentre
os frades de São Paulo, o mais antigo.
Frei Boaventura
insistia em negar a reencarnação, mas nem todos os frades pensam como ele.
Devemos essa obra
aos frades de nossa cidade.
Observação:
Para acessar o estudo publicado na sexta–feira
anterior, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/07/os-vocabulos-fronteira-divisa-e-limite.html
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