A
simplicidade nutre o espírito
CÍNTHIA CORTEGOSO
cinthiacortegoso@gmail.com
Talvez
não seja somente às vezes que desejamos a simplicidade na vida, pode ser que o
nosso interior esteja sedento de um cotidiano mais simples e leve, de um
cotidiano realmente verdadeiro. Criamos necessidades demais materialistas sem
perceber. Isso nos sufoca, ou seja, aprisiona o nosso espírito que é singeleza
e liberdade. E as doenças aparecem, pois calamos a voz mais importante: a
nossa.
E nasce o dia e a
noite chega num embalo crescente, e ainda mais sentido buscamos para viver, e
nos cansamos, e também nos perdemos. Em certos momentos, cogitamos questões
como: E se eu deixasse tudo e buscasse um lugar simples e real sem algumas
regras escravizadoras sociais humanas, porém presentes as espirituais? E se,
com a nobre simplicidade, meus dias fossem abençoados e meu espírito se
sentisse com a energia que de fato possui? Nesses dias de questionamentos,
perguntas vivas pululam.
No entanto todo
anseio pode ser realizado, basta a nossa decisão. Quando se ouve que menos,
infinitas vezes, é mais é pela razão de que os fatos da alma são mais simples e
naturais do que imaginamos. Devemos viver da maneira autêntica que nos faz bem,
não é necessário viver conforme certas imposições, realizar tudo o que uma
sociedade ainda majoritariamente material e consumista impõe, podemos e
deveríamos viver sob os ensinamentos tão assertivos e valiosos de um Mestre abençoado,
nosso Excelso Jesus.
Quanto mais nos
distanciamos das leis espirituais, mais vazio e sem direção nosso coração se
encontra. Há quem pode identificar isso, porém há tantos que não imaginam esse
conhecimento. E cresce a doença do século e ainda mais enfermidades mentais e
de comportamento aparecem e se multiplicam. Menos matéria, mais espírito, já
que somos estes eternos. Apenas quando sentimos a dor e nos conscientizamos
acerca da verdadeira vida ‒ normalmente a dor
vem para o despertamento ‒, e em seguida, o
suspiro do (re)nascimento do novo homem é que os dias começam a ser realmente
valiosos e únicos.
Para cada criatura
é ministrado o padrão adequado de energia. Os animais recebem as dádivas de
acordo com o que são. Também ocorre com os vegetais. Os espíritos ‒ encarnados ou desencarnados
‒ sempre estarão definitivos e completos
quando a vivência estiver em comunhão com os valores reais do espírito. E
quando estiver mais pleno, dificilmente o ser espiritual desejará largar tudo
para se encontrar, pois já teve o (re)encontro e os dias já são mais felizes,
verdadeiros porque está vivendo de maneira a nutrir-se adequadamente e a manter
unido o espírito ao Universo.
Cada vez que nos
distanciamos muito de nossa essência, o vazio nos invade e nada mais faz
sentido. Quando mais nos aproximamos da legítima vida, mais felicidade e
simplicidade chegam ao nosso coração.
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