sábado, 11 de julho de 2020




Dica de prevenção contra a Covid-19

JORGE LEITE DE OLIVEIRA
jojorgeleite@gmail.com
De Brasília-DF

Nestes dias de pandemia, quando milhares de compatriotas, a maioria idosos, vêm desencarnando devido à ação do coronavírus, os embates médicos mostram-nos quanto estamos longe de uma medicina sem polêmicas entre seus próprios agentes, que juraram, perante Hipócrates, dedicar suas vidas ao tratamento e cura das pessoas. Lamentavelmente, porém, alguns meios de comunicação, embora bem-intencionados, têm causado verdadeiro pânico social. Mostram-nos cenas de cemitérios repletos de covas. Informam sobre a morte de pessoas saudáveis. Criticam os profissionais de saúde que recomendam esse ou aquele medicamento preventivo. Enfim, em sua ânsia de publicar “furos de reportagem”, nem sempre entrevistam os profissionais de saúde que adotam procedimentos contrários aos seus infectologistas, pneumologistas e outros.
Para não entrar na polêmica da hidroxicloroquina, que parece ter-se tornado tabu, cito outros dois medicamentos recém-recomendados: annita (nitazoxanida) e ivermectina. O primeiro, atualmente, está sujeito à retenção da receita original; o segundo já não é encontrado nas farmácias. Alguns veículos de comunicação têm criticado o uso de todos esses medicamentos. Chegam mesmo a dizer que seu uso pode provocar efeitos colaterais graves e mesmo a morte do usuário. Concordo. Há quem esteja tomando remédio para tratamento de cavalo. Outros, tomam doses cavalares desses remédios, sem prescrição médica. O resultado é a morte.
Lembro-me agora de um parente muito querido que, na época da adolescência, incomodado por ter contraído piolho, pegou uma lata de Neocid, pó usado para matar pulgas, e despejou no couro cabeludo. Quando terminou, ficou tontinho; e, se não fosse pelo socorro materno, que lhe lavou, depressa, a cabeça, logo o viu cambaleando, não sabemos o que mais lhe ocorreria. Matou os piolhos, mas quase morre com eles...
Algo, portanto, precisa ser dito: “Não tome medicamento sem prescrição e receita médica”. Tempos atrás, assisti a uma entrevista concedida, se não me engano, no YouTube, pelo médico e político Eneias, falecido há alguns anos, muito conhecido por sua cultura e inteligência. Disse ele, na época, mais ou menos isto: “— Eu não sei explicar como, mas que a homeopatia funciona isso é verdade”.
Em pesquisa pela internet, encontrei, no site www.histórico.redunida.org.br, totalmente grátis, o livro de Madel Therezinha Luz, publicado pela Editora Rede Unida, intitulado A arte de curar versus a ciência das doenças: história social da homeopatia no Brasil. Gostei tanto do que li, que compartilhei com meu médico homeopata, Dr. Allan Kardec Rezende Nápoli, que me indicou, para prevenção da Covid-19, dez gotas de Camphora, 1M, três vezes ao dia, durante três dias, e repetir a dose de quinze em quinze dias, até o fim da pandemia.
Não sou médico. O curso que fiz, há quase cinquenta anos, no Exército, é de auxiliar de saúde. Por isso, não posso garantir o resultado desse procedimento a ninguém, mas eu já comecei a tomar o remédio prescrito, pois confio plenamente no Dr. Allan, pneumologista e homeopata que já contribuiu, com seu tratamento, para a cura de uma pneumologia que contraí, seguidamente, em dois anos. Além disso, minha memória melhorou bastante, nos últimos dias, quando passei a tomar, também, três vezes ao dia, phosphorus C200 e outros medicamentos homeopáticos, sempre por prescrição do Dr. Allan.
Fica a dica, mas procure um médico de sua confiança, seja ele homeopata ou alopata. Só não alopre com o coronavírus. Se estiver com a cabeça quente, esfrie-a com água duma ducha corona. Depois... agasalhe-se bem.




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